Contabilidade e Tributação

Informações sobre Negócios, Contabilidade e Tributação

31

de
outubro

Método para Contratação de Funcionários

O método consiste em colocar todos os candidatos num galpão e disponibilizar 200 tijolos para cada um.
Não dê orientação alguma sobre o que fazer.
Em seguida, tranque-os lá e, após seis horas, volte e verifique o que fizeram.

Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação e Controle de Produção.

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.

10 - Os que já tiverem saído, são gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Diretoria.

13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são do Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos ‘estão uma merda, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas’, coloque na Qualidade.

16 - Os que começarem a chamar os demais de ‘companheiros’ , elimine imediatamente antes que criem um sindicato.

30

de
outubro

Pensamento interessante…

O prudente aproveita a sua experiência. O sábio aproveita a experiência dos outros. (John Collins)

Arquivado em: Diversos I Comentários (0)

30

de
outubro

Impostos só diminuem se governo cortar gastos

O alongamento dos prazos daria às empresas um fôlego de caixa que, na prática, representaria significativa injeção de recursos no setor produtivo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reconheceu no 3 Encontro Nacional da Indústria que esta é uma "crise de longa duração", com forte impacto na economia real. Mantega também observou que é "impressionante como o travamento do crédito atinge rapidamente a economia real". A constatação do ministro, no entanto, funcionou como sustentação para a cobrança feita no mesmo encontro do presidente da Confederação Nacional da Indústria, Armando Monteiro Neto, de uma dilatação de prazo para a cobrança de impostos das empresas. A resposta do ministro foi protocolar de que o pleito da CNI foi "cogitado", mas que é preciso "olhar os dois lados da questão", óbvia referência às dificuldades do ponto de vista fiscal.

É obrigatório notar que o presidente da CNI não pediu uma renúncia fiscal. Sua proposta vem acompanhada de uma agenda de reformas para reduzir custos da economia brasileira e aumentar a produção como forma de enfrentar a crise. Para Monteiro, é preciso que o Estado invista "pelo menos R$ 25 bilhões" nos setores de infra-estrutura, desde portos arcaicos e hidrovias que não saem do papel até estradas esburacadas e ferrovias insuficientes, sem esquecer a necessidade de construir os marcos regulatórios e diminuir as incertezas jurídicas. Segundo Monteiro, é esse "dever de casa" que não é feito, que impõe ao País taxas bem menores de crescimento do que as de seus concorrentes diretos na ordem econômica internacional.

O alongamento dos prazos, sem dúvida, daria às empresas um fôlego de caixa que, na prática, representaria significativa injeção de recursos no setor produtivo. O presidente do conselho de administração da Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, reconheceu que a política oficial de melhorar a liquidez do sistema financeiro é "correta", mas reclamou que o governo adote certa flexibilidade para que o dinheiro efetivamente chegue ao caixa das empresas, porque são reais as dificuldades de acesso a crédito no mercado. Insistindo em que há atrasos nos investimentos de infra-estrutura, Gerdau ponderou que o Estado precisa reduzir custos do setor produtivo na hora da crise. A lógica do argumento do empresário é clara: afinal, se a política fiscal reduzir custos de produção, será possível preservar empregos. A afirmação do empresário veio acompanhada de cobrança essencial: "o governo precisa dar um sinal claro de confiança para que o setor privado mantenha os investimentos".

Esse é o ponto mais relevante. A economia brasileira vive um inegável compasso de espera em relação aos efeitos da crise, com fortes reflexos na economia real. Por exemplo, as vendas no comércio varejista de São Paulo, entre 1 e 27 de outubro, caíram 4,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Vale lembrar que de janeiro a setembro a expansão média foi 5% superior à de 2007. Para avaliar o perfil desse compasso de espera é preciso saber que nesses 27 dias de outubro o volume de consultas de crediário aumentou apenas 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado, ante uma média de crescimento de 8,3% nos nove primeiros meses do ano, sempre na mesma comparação com 2007, conforme os dados da Associação Comercial de São Paulo.

O recuo no crédito reflete a baixa liquidez do sistema financeiro e não será com contraposições entre empresários do setor produtivo e financeiro que esse problema será bem equacionado. Há uma natural restrição na oferta de crédito frente à crise dessas proporções e não será com atitudes destemperadas entre quem oferta e quem toma crédito que o dinheiro voltará ao sistema. Ontem a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) negou que os bancos seguram os recursos do compulsório, argumentando com dados do Banco Central que indicam que o crédito permanece em evolução: em setembro a oferta de crédito alcançou R$ 1,15 bilhão, acréscimo de 34% em relação a 12 meses e de 3,5% em referência a agosto.

Cauteloso, o ministro Mantega lembrou que se o pedido da CNI para alongar prazo de impostos favorece as empresas, por outro lado, cria incerteza quanto ao desempenho das contas públicas. A área técnica do Ministério da Fazenda tratou o pedido da CNI como "possibilidade", avisando que não é uma medida "para ser anunciada no médio prazo". O motivo dessa recusa técnica é simples: a equipe econômica sabe que qualquer medida de redução do custo de produção via impostos menores implicará corte de gastos do governo. O que ocorre é o contrário, como os aumentos salariais concedidos ao funcionalismo público , mesmo depois da explosão da crise, apenas confirmam.

Fonte: DCI

29

de
outubro

Empresas têm até o fim do ano para se adaptar

A partir de janeiro de 2009 entra em vigor o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), projeto criado pela Receita Federal para substituir a escrituração e a contabilidade em papel. Entre outros objetivos, o Sped tem o intuito de promover a integração dos fiscos, racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias para os contribuintes e tornar mais rápida a identificação de ilícitos tributários.

"Faltam apenas dois meses para o Sped entrar em vigor, no entanto muitas empresas brasileiras ainda não sabem bem nem o que ele é nem como implantar esse novo tipo de registro digital contábil e fiscal. Provavelmente, irão se preocupar com a questão apenas quando o prazo estiver se esgotando", alerta Glauco Pinheiro da Cruz, diretor do Grupo Candinho Assessoria Contábil e presidente do SESCONAPI (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Grande ABC).

De acordo com Pinheiro da Cruz, um dos principais focos da Receita Federal é reduzir a informalidade, permitindo maior competição leal entre as empresas, que serão submetidas às mesmas regras de tributação.

A adoção obrigatória do Sped é parte de um processo de modernização da economia e da administração pública brasileira. As informações digitalizadas das companhias deverão ser armazenadas sob forma de bits, em fitas magnéticas, em discos rígidos ou ópticos, em data centers próprios ou de terceiros.

A implementação dos softwares de Sped deve acontecer efetivamente em janeiro e junho de 2009, época da entrega do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, em que as empresas deverão apresentar também a escrituração contábil digital (ECD), do ano base de 2008. Pela nova lei, nenhuma companhia que esteja enquadrada no Sped poderá fazer transações ou negociações comerciais se não estiver plenamente adaptada ao novo sistema.

Um dos subprojetos do Sped, a nota fiscal eletrônica tornou-se obrigatória desde abril de 2008 para os segmentos de fabricação e distribuição de cigarros e combustíveis líquidos. A partir de dezembro deste ano, segmentos como os de cimento, bebidas, medicamentos e automóveis também estão obrigados a emitir a NF-e. A partir de abrir de 2009, é a vez das categorias de gás, siderurgia, tintas, alumínio, embalagens, autopeças, dentre outros, a emitir a NF-e.

Fonte: Canal Executivo

Arquivado em: SPED I Comentários (0)

29

de
outubro

Vídeo-currículo é diferencial na busca de emprego

Apesar de ainda ser pouco conhecido, o vídeo-currículo vem ganhando adeptos entre os que querem mostrar logo no primeiro contato uma forma diferente de se expressar. Especialistas em recursos humanos afirmam que a ferramenta é uma forma interessante de apresentação, principalmente para vagas em empresas que valorizam a inovação e a tecnologia, informa a Folha Online.
"Sem dúvida, é um diferencial", afirma a especialista em recursos humanos e professora do curso de Administração da Universidade Ibirapuera, Teresinha Covas Lisboa.

A gerente de conteúdo do site Canal RH, Marisa Torres, diz que páginas na internet voltadas para a apresentação de vídeos, como o YouTube, impulsionaram a utilização do vídeo-currículo como uma ferramenta de contratação.

"[O vídeo-currículo] ainda é muito novo e ainda tem uma resistência natural, pois o vídeo é mais conhecido como entretenimento", explica. Para ela, a vantagem do vídeo-currículo é que o selecionador já tem uma primeira impressão da pessoa sem precisar marcar uma entrevista.

Simples
As apresentações não precisam contar com grandes produções e podem ser feitas em câmeras de vídeos, fotográficas ou até por celulares. "O modelo é caseiro. O selecionador vai entender que não é uma coisa profissional."

Ela não recomenda que sejam enviados arquivos de vídeos muito pesados por e-mail para não travar a caixa de mensagem do selecionador. Uma alternativa é hospedar o vídeo em algum site, como o YouTube, e enviar o link no próprio currículo convencional.

Na hora de gravar o vídeo, a professora recomenda ao candidato o mesmo caminho traçado em um currículo comum: ser objetivo, destacando os últimos empregos e as especializações, sempre considerando o cargo para o qual pretende concorrer.

"Demonstrar as habilidades e competências para a função almejada, sem excessos, é sempre uma boa tratativa. Evite usar muitos adjetivos, a prolixidade e cuidado com a falta de informações sobre os cargos anteriormente ocupados. Isso pode denotar que você quer ocultar algum aspecto", explica.

Fonte: PEGN

29

de
outubro

Palavra & Vida

"Sucesso não é a chave para a felicidade; felicidade é a chave para o sucesso. Se você ama o que faz, você será bem sucedido." (Albert Schweitzer)

27

de
outubro

Pausa

Por motivo de compromissos universitários e auditoria estaremos postando novamente a partir de quinta-feira (30/10/2008).

Arquivado em: Diversos I Comentários (0)

23

de
outubro

Decisões tomadas no IFRS devem ser documentadas

Relatar processo de decisão é argumento forte na hora de mostrar que executivo financeiro tomou decisão contábil correta

Grande parte dos executivos financeiros e contábeis brasileiros já ouviu, pelo menos uma vez, que um dos grandes desafios da migração ao IFRS é a exigência de uma mudança cultural. No padrão internacional, como dizem especialistas, a “essência prevalece sobre a forma”. Em outras palavras, as demonstrações estarão carregadas de subjetividade, fruto da interpretação dos executivos. Segundo especialistas, surge, então, a necessidade de que decisões contábeis polêmicas ou controversas sejam tecnicamente documentadas.

O objetivo de incluir mais esse processo no projeto de adequação e na rotina das demonstrações financeiras é, justamente, criar uma sólida base de dados para que o executivo possa explicar seu raciocínio em caso de questionamento por parte dos stakeholders. “Documentem de maneira contundente para mostrar que aquela foi a melhor decisão naquele momento, que aquela foi a decisão acertada”, recomenda o gerente contábil da Serasa, Sérgio Eduardo.

Eduardo cita a Norma Internacional de Contabilidade 17 (IAS 17, na sigla em inglês) que dispõe sobre as operações de leasing. “Não há uma porcentagem a partir da qual se deve usar o dispositivo. A decisão vem da interpretação. A norma diz que, se a vida útil econômica do bem for substancialmente significativa, aí você ativa”.

O presidente do Conselho Consultivo do IASB, Nelson Carvalho, tem a mesma visão e avisa que, com a migração, a contabilidade brasileira entra em um nova era. “Temos que esquecer regras de mínimos e máximos para começar a interpretar”. E, segundo ele, as mudanças começam no mundo acadêmico, antes mesmo da atuação nas empresas. “No mundo da educação contábil, precisamos ensinar a pensar”.

Fonte: Financial Web

23

de
outubro

A crise vista pelos mortais

Até que enfim veio a explicação ‘cientifica’ ,
para que nós pobres mortais não cientistas (e não economistas)
possamos entender esta crise da "gringolandia".

É assim:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito). O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de "emibiêi", decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o" pindura" dos pinguços como garantia.Uns seis "zécutivos" de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem as operações estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.Até que algum dia, mesmo depois de muito esforço de marketing para esconder a mutreta, alguém descobre que "os bebum" da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e então o Bar do seu Biu vai à falência.

E toda a cadeia foi-ce.

Arquivado em: Diversos I Comentários (0)

22

de
outubro

Auditoria

 

O período de auditoria é como o início da noite… onde o sol demora a ir embora….

Em auditoria a expressão: Qualidade de vida e contador não combinam.

By Moisés Ávila, um contador em auditoria….

Arquivado em: Diversos I Comentários (0)
Posts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://moisesavila.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.